O que fazer em Davos
O Inverno em Davos - Foto: Yesuitus2001 (Licença-cc-by-sa-2.5)
O Inverno em Davos - Foto: Yesuitus2001 (Licença-cc-by-sa-2.5)

Na deliciosamente fria cidade de Davos, existem inúmeros atrativos turísticos a serem explorados e dentre esses, selecionamos os quais consideramos como os mais importantes, além de interessantes:

Excelentes condições de ski
Considerada como uma das melhores estações da Suíça, para os apaixonados por esse maravilhoso esporte, Davos dispôes de excelentes condições de ski para todos, do iniciante ao profissional. Sem dúvidas, é a estação com as pistas mais altas da Europa e uma das mais emblemáticas e antigas. São cinco áreas de ski, separadas nos dois lados do vale e estão interligadas com Klosters e são pistas agradáveis além de extensas. A mais conhecida é a estação termal e de ski que oferece, além da belíssima paisagem do lago de Davos, dois centros, onde um é exclusivamente dedicado aos esportes e o outro para congressos. Além das incríveis montanhas, Davos situa-se em uma das mais belas regiões da Suíça, cortado pelo Rio Landwasser e envolto por maravilhosos bosques verdes.

Casais mais apaixonados
A noite de Davos é repleta de inúmeros bares, boates, restaurantes e até cassino. Na cidade, existem inúmeras opções para os solteiros curtirem o aprés ski e a noitada, como também, é um dos lugares mais charmosos do mundo para aqueles casais mais apaixonados. São mais de 70 restaurantes, de todos os tipos e gostos, bares de jazz, nightclubs, discotecas, museus e cafés.

A arte de Kirchner
Davos foi o ambiente envolvente que inspirou o artista Ernst Ludwig Kirchner (1880–1938) que viveu em Davos, desde 1918 até à data do seu suicídio, para expor muitas das suas obras de relevo em seu museu. O 'Museu Kirchner' proporciona àqueles que o visita, uma extraordinária experiência em contemplar a arte de Kirchner, diretamente na fonte. Além de seus trabalhos expressivos, Kirchner, a construção do museu tem as assinaturas de dois famosos arquitetos suíços, Annette Gigon e Mike Guyer. O belíssimo edifício retrata a apresentação e perceção da arte de Kirchner. O museu ganhou um prémio do ETH (Instituto Federal de Tecnologia) pela utilização inovadora da luz do dia. Presume-se que Kirchner se suicidou em desespero, porque os nazis catalogaram a sua arte de decadente.

 

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