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História de Rio de Contas
Casario colonial - Foto: Tatiana Azeviche - Setur-Ba (Licença cc-by-sa-3.0)
Casario colonial - Foto: Tatiana Azeviche - Setur-Ba (Licença cc-by-sa-3.0)

Os primeiros habitantes da região de Rio de Contas foram escravos alforriados que se reuniram no Arraial dos Creoulos. No início do séc. XVIII, com a chegada de bandeirantes interessados em novas regiões de exploração do ouro, um novo arraial (hoje chamado de Mato Grosso) foi fundado, atraindo mais pessoas para a região. Também nessa época chegaram os padres jesuítas.

Em 1746, o arraial dos Creoulos passou a chamar-se Vila Nova de Nossa Senhora do Livramento das Minas do Rio de Contas, nome herdado da transferência de uma vila vizinha que, devido a constantes enchentes, sofria de uma epidemia da 'febre de mau carater'.

Rico em ouro de aluvião, o município viveu na segunda metade do século XVIII uma época de grande prosperidade econômica. As tradicionais famílias importavam da Europa peças de uso pessoal e de decoração e, numa celebração à abundância, pó de ouro era lançado nos Imperadores e Rainhas durante as procissões da festa do Divino Espírito Santo. Também são desta época os casarões em estilo colonial, hoje tombados pelo patrimônio.

Toda esta prosperidade decaiu já por volta de 1800 com a escassez do ouro, e agravou-se com a descoberta de diamantes na Chapada Diamantina quatro décadas depois. Grande parte da população de Rio de Contas que havia fundado a cidade transferiu-se para Mucugê em busca de novas riquezas. O artesanato passou a ser sua principal atividade econômica.

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