Manaus - Cultura - Praças Históricas
Praça do Teatro Amazonas - Foto: Pedro Angelini (Licença-cc-by-2.0)
Praça do Teatro Amazonas - Foto: Pedro Angelini (Licença-cc-by-2.0)

Principais Praças Históricas de Manaus

As principais praças de Manaus encontram-se no Centro Histórico. São elas: praça Dom Pedro II, da Matriz, Heliodoro Balbi (da Polícia), Torquato Tapajós (dos Remédios), da Saudade e São Sebastião.

Praça Dom Pedro II
Na Avenida 7 de Setembro, no antigo bairro de São Vicente, fica localizada a praça Dom Pedro II. Esse logradouro, no período provincial, era conhecido como Largo do Pelourinho, pois nele existia uma coluna de madeira ou pedra (pelourinho) utilizada para castigar criminosos. A ornamentação fica por conta da bela fonte de bronze, inaugurada em 1894; e do coreto de ferro, o mais antigo da cidade, trazido de Liverpool em 1882 e montado em 1888. Em seus arredores estão prédios de grande relevância histórica, como o Paço da Liberdade, antiga sede da prefeitura; as ruínas do Hotel Cassina; o Palácio Rio Branco e o edifício do Iapetec, o primeiro “arranhacéu” de Manaus, construído na década de 1950.


Praça da Matriz
Localizada entre as avenidas Eduardo Ribeiro e 7 de Setembro, 'recebe' os visitantes que chegam à Manaus pelo roadway. Nela fica a maior igreja católica de Manaus, a catedral de N. Sra. da Conceição, construída em 1878. A mais bela e mais ornamentada fonte da cidade encontra-se nessa praça. Ela veio de Glasgow, na Escócia, e foi instalada em 1896, na administração de Eduardo Ribeiro. Nos arredores da catedral ficam o prédio dos Correios, construído em 1905; o Relógio Municipal, inaugurado em 1927, na gestão de Araújo Lima; e o obelisco comemorativo ao centenário da elevação de Manaus a categoria de cidade, de 1948. Atualmente, a praça está isolada para reformas, que ainda não foram iniciadas por causa da falta de recursos do programa federal PAC das Cidades Históricas.

Praça Torquato Tapajós
Entre as ruas Miranda Leão, dos Barés, Coronel Sérgio Pessoa e Leovegildo Coelho, fica a praça Torquato Tapajós, popularmente conhecida como praça dos Remédios, inaugurada em 1899. A igreja de N. Sra. dos Remédios, construída em estilo neoclássico, domina a paisagem. Em 1945 foi inaugurado, no centro da praça, o monumento ao Sagrado Coração de Jesus. Na esquina das ruas Miranda Leão e Cel. Sérgio Pessoa, no canto da praça, ergue-se o, hoje abandonado, prédio da Faculdade de Direito, fundada em 1909 pelo jurista Dr. Astrolábio Passos. O local ficou abandonado por anos e, em 02 de outubro, após dois meses de restauro, foi reinaugurado.

Praça Heliodoro Balbi
Mais conhecida como da Polícia, por estar em frente ao antigo quartel da Polícia Militar, atual Centro Cultural Palacete Provincial, é a mais arborizada e mais ornamentada da cidade. Fica entre as avenidas 7 de Setembro, Floriano Peixoto e rua José Paranaguá. Na administração do prefeito Adolpho Lisboa (1902-1908) o logradouro foi ornamentado com esculturas em ferro, trazidas da França: Diana caçadora, Ninfa, Hermes, e Cão e Javali em luta, única peça assinada por um artista, o francês Charles Theodòre Perron. Essas obras, de acordo com vários pesquisadores, estão relacionadas à temática da caça, muito comum nas praças parisienses do final do século 19. Ainda digno de nota é o belo coreto art-nouveau, o maior e mais bem trabalhado da cidade.

Nessa praça, em 1954, conta a lenda que, debaixo de uma árvore de mulateiro ainda existente, foi fundado o Clube da Madrugada, movimento artístico e literário formado por jovens que tinham o objetivo de renovar a cultura amazonense, estagnada no tempo.

Praça 5 de Setembro
Conhecida como praça da Saudade desde que foi aberta, em 1860, por estar próxima ao cemitério São José (onde hoje fica o Atlético Rio Negro Clube), fica entre a Avenida Epaminondas e as ruas Ramos Ferreira, Ferreira Pena e Simão Bolívar. O maior atrativo desse espaço é o monumento em mármore e bronze, dedicado à memória do primeiro presidente da província do Amazonas, João Batista de Figueiredo Tenreiro Aranha. Esse monumento veio da Itália, e aqui foi montado na praça Tamandaré, atual praça Tenreiro Aranha, em 1907. A obra foi transladada para o atual local apenas em 1932, época em que também foram construídos seus jardins.

 

Fonte: portalamazonia.com

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