História de Castro
Moinho em estilo Holandês - Foto: Kiko Correia (Licença-cc-by-sa-4.0)
Moinho em estilo Holandês - Foto: Kiko Correia (Licença-cc-by-sa-4.0)

Pelo regime de sesmarias, a Coroa Portuguesa concedia vastas extensões de terra às famílias que pretendessem se fixar nos Campos Gerais, sendo a primeira a ser contemplada em 1704. Anos mais tarde, por volta de 1730 foi aberto o Caminho das Tropas, onde os tropeiros iam de Viamão - RS à Sorocaba - SP para negociar muares. Com isso nossa região se tornou passagem de inúmeras tropas, que eram obrigadas a pernoitarem aqui quando as águas do rio Iapó transbordavam. Derivou-se então a primeira denominação da localidade: “Pouso do Iapó.

Com a população em expansão, no ano de 1774, o Pouso foi elevado à categoria de Freguesia, chamada “Freguesia de Sant’Ana do Iapó”. Em 1789, já com um extenso povoado tornou-se “Vila Nova de Castro”, e em 21 de janeiro de 1857 finalmente foi elevada a Cidade, com o nome Castro. A partir de 1885, Castro começou a receber um grande fluxo de imigrantes - poloneses, italianos, eslavos, alemães, holandeses e japoneses -que juntos transformaram nossa cidade em um centro de referência nacional e internacional de produção agrícola e pecuária.

Foi elevada a cidade em 1857, no dia 21 de janeiro, e ficou sendo a primeira cidade instituída no Paraná após a emancipação de São Paulo. Por esse motivo é chamada de “Cidade Mãe”. Por ocasião da Revolução Federalista o Dr. Vicente Machado transferiu para Castro a capital do Estado pelo Decreto 24 de 18 de janeiro de 1894, sendo revogado em 29 de abril de 1894. Portanto, Castro foi capital do Estado por 3 meses e 11 dias.

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