O que fazer em Morretes
Igreja Matriz de Morretes - Foto: Appelmos (Licença-cc-by-sa-3.0)
Igreja Matriz de Morretes - Foto: Appelmos (Licença-cc-by-sa-3.0)

Na gostosa cidade de Morretes, existem inúmeros atrativos turísticos a serem explorados e dentre esses, selecionamos os quais consideramos como os mais importantes, além de interessantes:

Foi tombada e restaurada pelo IPHAN
Construída na primeira metade do século XIX e inaugurada em 1850, a Igreja de São Sebastião do Porto de Cima é visita indispensável. A arquitetura externa, com características coloniais, foi bastante
modificada. Internamente, sua arquitetura é rica. Foi tombada e restaurada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná em 1963. Localiza-se no povoado de Porto de Cima.

Remanescentes da Floresta Atlântica
Para os aficcionados em ecoturismo a dica é conhecer o Parque Estadual do Pau Oco Criado em 1994, com o objetivo de proteger em seus 905,58 hectares, remanescentes da Floresta Atlântica, cachoeiras como o Salto da Fortuna com 40 metros de queda, que forma em sua base uma grande piscina natural, o Caminho Colonial do Arraial, antiga ligação entre o Litoral e Curitiba (aberto entre os anos de 1586 e 1590) e uma antiga capela utilizada pelos faiscadores da época para pedir proteção nas expedições em meio a Serra do Mar.

Preferido para a prática do montanhismo
Já para os aventureiros que gostam de esportes radicais o melhor lugar na região é o Parque Estadual Pico do Marumbi Criado em 1990, abriga o Pico Marumbi, também conhecido como Olimpo, com 1539
metros, é o ponto preferido para a prática do montanhismo, por proporcionar escaladas em todas as modalidades e graus de dificuldade. No caminho entre a estação e o Pico Marumbi, situa-se a cascata dos Marumbinistas, uma queda d'água quase vertical, com uma altura de aproximadamente 50 metros. O acesso se dá pela Estação do Marumbi, da Ferrovia Paranaguá - Curitiba ou pela Estrada das Prainhas partindo de Porto de Cima.

Os predadores de índios
Outra sugestão é fazer caminhadas nos caminhos coloniais. Em meados do século XVII eram as únicas ligações entre o litoral e o planalto paranaense. Por eles subiram os predadores de índios, os faiscadores de ouro e os homens que povoaram os Campos de Curitiba e os Campos Gerais. Os caminhos surgidos espontaneamente, de acordo com a necessidade no início da colonização, hoje são percorridos pelos que buscam o naturalismo e o turismo ecológico, que pode ser desenvolvido nos Caminhos da Graciosa e do Itupava.

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