História de Camanducaia
Capela São Francisco - Foto: Acervo-Setur-MG- Sergio Mourão
Capela São Francisco - Foto: Acervo-Setur-MG- Sergio Mourão

1766: na carta cartográfica da Capitania de São Paulo, temos a primeira divisão de estados com o registro de Sertão de Manducaia, região que situava-se entre a estrada de Atibaia e Santana do Sapucaí e os rios Mandu e Sapucaí-Mirim. Em 1764, temos o registro de casamento entre Duarte do Prado Leme e Engrácia Gonçalves da Cunha, moradores de Camanducaia no tombo da Paróquia de Ouro Fino. O noivo era viúvo e sua primeira esposa estava lá sepultada, a vila já possuia cemitério! Não se sabe ao certo a data de fundação mas, em 1766, já havia a Capela de Nossa Senhora da Conceição.

Na data de 1799, a capela já havia sido promovida a paróquia e contava com os seguintes bairros: Rio do Peixe, Cubatão, São Domingos, Salto, Jaguari, Roseta, Extrema, Pinguela, Cambuí e Sertão da Estiva, entre outros. Nos livros da paróquia em 1812, temos o registro na Freguesia de Pouso Alegre. Em 1826, os registros apontam um censo demográfico com 4 317 habitantes, sendo 3 763 pessoas livres e 554 escravos.

1833: os moradores do arraial de Camanducaia, reunidos na Praça da Matriz para festejar a independência nacional, resolveram fazer sua própria independência. Com a freguesia proclamada vila, ergueu-se o pelourinho. Legalmente, a vila só foi criada em 1840.
1840: recebeu a denominação de Jaguari.
1868: Jaguari foi elevada à categoria de cidade.
1930: voltou a possuir a denominação original de Camanducaia.

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