Cuiabá - Cultura - Praças Históricas
Centro histórico de Cuiabá - Foto: Mateus Hidalgo- Licença-cc-by-sa-2.5
Centro histórico de Cuiabá - Foto: Mateus Hidalgo- Licença-cc-by-sa-2.5

Principais Praças Histórias de Cuiabá

Fatos marcantes e pessoas que ajudaram a construir a história de Cuiabá ganharam espaço nas principais regiões e praças da capital mato-grossense. Alguns monumentos guardam a história da Cuiabá antiga, quando ainda não havia água encanada. Marechal Cândido Mariano Rondon descobriu que um ponto da capital é o centro da América do Sul, local marcado por um monumento. Enquanto isso, uma simples lavadeira de roupa chamada Maria Taquara ganhou uma estátua e uma praça com o seu nome, bem no centro de Cuiabá. Conheça alguns monumentos mais conhecidos da capital mato-grossense.

Obelisco
Cuiabá está no coração da América do Sul. Uma estrutura de mármore com pouco mais de 20 metros de altura construída pelo artesão Júlio Caetano demarca o local exato do centro geodésico da América do Sul. A peça relembra a delimitação geográfica medida pelo marechal Cândido Mariano da Silva Rondon em 1909.

O obelisco do centro geodésico está localizado na Praça Pascoal Moreira Cabral, que fica na Rua Barão de Melgaço, e que era conhecida como Campo d’Ourique, lugar antigamente utilizado para touradas e manifestações religiosas. Por estar em uma localidade central, foi construída a Assembleia Legislativa, posteriormente sendo substituída pela Câmara Municipal de Cuiabá.

Chafariz do Mundéu
O Chafariz do Mundéu é um retrato da época em que Cuiabá não possuía água encanada para os moradores. O local foi o primeiro sistema de abastecimento de água na capital, por volta de 1870, sendo alimentado por nascentes da região. O chafariz está localizado na região central de Cuiabá, entre a atual Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha) e a Rua Coronel Peixoto.

O local abrigava o antigo Lago da Conceição e foi tombado como patrimônio histórico em 1980. “Cuiabá não tinha água encanada. Havia alguns chafarizes com fontes que abasteciam a cidade. Você tinha que comprar água de alguém. No período imperial eram os negros que faziam isso em troca de conseguir alforria”, explicou o historiador Pedro Félix.

Apenas no final do século 19 que começaram a planejar um sistema de água encanada para a capital mato-grossense. O local ganhou uma Praça, com o nome do Bispo José Antônio dos Reis. Em 1996, a praça foi desativada e deu lugar a um terminal de integração de ônibus municipais, sendo utilizado pela população por quase 10 anos. Após esse período, a antiga praça foi revitalizada em dezembro de 2005.

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