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Pontos turísticos em Brumadinho
Pico dos 3 Irmãos - Foto: Pousada do Ninho
Pico dos 3 Irmãos - Foto: Pousada do Ninho

Estação Ferroviária de Brumadinho
É o grande símbolo da segunda fase da história da cidade. Inaugurada em 1917, a construção da estação, assim como da linha férrea possibilitou a vinda de muitos trabalhadores, dando assim origem às primeiras habitações e povoados da atual região central de Brumadinho. A estação pode ser considerada um rico, belo e importante exemplar da arquitetura do século XX, e é um monumento que marca o pioneirismo e o desenvolvimento da cidade.

Fazenda dos Martins
Construída em 1730, é uma das habitações rurais mais antigas de Minas Gerais. Tombado em 1977 pelo IEPHA, como patrimônio público estadual, o casarão passou por várias intervenções desde o seu tombamento. Erguida em alvenaria de pedra e paredes em pau a pique, a edificação tem dois salões, quatro quartos e um corredor central, além de varandas apoiadas em esteios aparentes, onde, na lateral esquerda, um cômodo é destinado à capela.

Segundo relatos históricos, a construção está ligada à história do Quilombo Sapé e teria sido erguida por escravos. No pátio da fazenda existe um espaço, todo calçado de pedras, local que teria sido usado na época como Senzala.

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade
Datada de 1713, é considerada o maior símbolo histórico-cultural e religioso do Município. Segundo os relatos históricos, o Distrito de Piedade do Paraopeba teria recebido os primeiros moradores por volta do século XVII, o que reafirma a tese de que a região seria uma das primeiras vilas do Estado de Minas Gerais. Com elementos da arquitetura colonial, o templo possui ricos detalhes na construção dos altares em estilo setecentista.

São 300 anos de história religiosa. A celebração mais importante é o Jubileu de Nossa Senhora de Piedade, realizado sempre no dia 8 de setembro, uma tradição de mais de 100 anos.

Instituto Inhotim
Situado no município de Brumadinho, o Instituto Inhotim é um dos mais importantes centros de arte contemporânea do mundo. Com uma área de visitação de 140 hectares, o Inhotim é uma junção de jardim botânico e um acervo com mais de 200 obras de arte contemporânea em exposição nas 22 galerias e jardins. Aberto em 2006, o Museu já recebeu mais de 2 milhões de visitantes.

Além das alamedas cobertas de palmeiras raras, o turista se encanta com os famosos bancos do artistas plásticos Hugo França, em meio a uma arquitetura inovadora. O visitante tem acesso a obras de mais de 100 artistas brasileiros e estrangeiros, que compõem o acervo de mais de 800 peças.

Arte Contemporânea:  O acervo artístico abriga mais de 500 obras de artistas de renome nacional e internacional, como Adriana Varejão, Helio Oiticica, Cildo Meireles, Chris Burden, Matthew Barney, Doug Aitken, Janet Cardiff, entre outros. O Inhotim se diferencia de outros museus por oferecer ao artista condições para a realização de obras que apenas em seu parque poderiam ser construídas.

Jardim Botânico: Em uma área de 97 hectares, o Jardim Botânico conta com diversas coleções botânicas entre as quais se destacam a de Aráceas, uma coleção de orquídeas da espécie Vanda, com 350 indivíduos de diferentes espécies e, ainda, uma das maiores coleções de palmeiras do mundo com mais de 1.400 espécies. Pesquisas e projetos botânicos e paisagísticos são desenvolvidos em parceria com órgãos governamentais e privados.

Inclusão e Cidadania: O Inhotim tem se tornado um vetor fundamental para o desenvolvimento socioeconômico do município de Brumadinho e de seu entorno. Projetos como o Inhotim Encanto e Coral e Iniciação Musical valorizam a vocação da região e mobilizam crianças, jovens e adultos. Importante interlocução também tem sido estabelecida com os empresários da região para o incremento de suas atividades econômicas, além de diversos projetos em parceria com o poder público local.

Quilombo do Sapé
A história de Brumadinho se mistura com a cultura afro-brasileira. Depois de séculos, o Município ainda preserva as raízes da cultura afrodescendente. As comunidades de Marinhos, Ribeirão, Rodrigues e Sapé formam a região quilombola, que teria surgido em meados do século XVIII, quando o fazendeiro e dono de escravos Jacinto Gomes do Carmo, doou uma pequena parte da propriedade ao escravo João Borges.

Passado algum tempo, outros negros da região foram morar nas proximidades, em casas feitas de pau a pique e sapé, daí a origem do nome “sapé”. As comunidades que compõem o Quilombo do Sapé mantêm vivas até os dias de hoje, as tradições e costumes da cultura afrodescendente.

Reconhecido oficialmente pelo Ministério da Cultura como comunidade quilombola, a comunidade do Sapé abriga importantes traços da cultura afro brasileira como por exemplo o Congado e o Moçambique.

Ruínas do Forte de Brumadinho
Uma enorme edificação feita de pedras e que teria sido usada durante o século XVIII como entreposto comercial, ficam na entrada do Condomínio Retiro das Pedras, no complexo da Serra da Calçada.
Obs.: as ruínas do forte ficam localizadas em uma propriedade particular.

Casa da Cultura Carmita Passos
Considerada uma das primeiras instituições educacionais de Brumadinho, foi decisiva para a formação cultural dos moradores da cidade. Na década de 30, o espaço começou a ser usado como o Grupo Escolar Padre Machado, tendo sido mais tarde sede de duas outras escolas do Município. O nome “Carmita Passos” é uma homenagem à ex-professora da Escola.

Desde 2004, o prédio passou a abrigar a “Casa da Cultura Carmita Passos”. Atualmente o espaço promove exposições e diversas atividades culturais.

 

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