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EUA liberam entrada de viajantes vacinados

 04/12/2021  |  Postado por: Redacao Visite o Brasil
Foto: Divulgação Mtur
Foto: Divulgação Mtur

Para entrar no país, o turista brasileiro precisará mostrar no check-in a prova de sua vacinação emitida por fonte oficial. Além do cartão de vacinação, o indivíduo precisará levar um teste PCR ou de antígeno feito, no máximo, três dias antes do embarque.

Brasileiros agora podem entrar no país sem fazer quarentena. Veja o que levar para comprovar a vacinação. Um dos grandes problemas que a pandemia proporcionou foi o isolamento social. Mas com o avanço da vacinação muitos países já liberaram a chegada de estrangeiros devidamente imunizados contra a Covid-19. Para quem pretende viajar para os Estados Unidos, a hora de comprar dólar finalmente chegou: desde 8 de novembro, o país liberou a entrada de viajantes que comprovem ter se vacinado com todas as doses necessárias para a proteção plena.

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A liberação para viajantes estrangeiros terminou um imbróglio causado pelas constantes ondas de contaminação no Brasil. Mas a taxa de adesão de brasileiros à vacinação é maior  que nos EUA. Entenda!

Fim da quarentena

Os EUA já permitiam a entrada de estrangeiros no país, mas com o anúncio do dia 15 de outubro, excluiu a necessidade de uma quarentena em uma terceira nação para os viajantes oriundos do Brasil. Essa medida durou um ano e meio, para reduzir a contaminação em solo estadunidense.

Documentação necessária

Para entrar no país, o turista brasileiro precisará mostrar no check-in a prova de sua vacinação emitida por fonte oficial. Além do cartão de vacinação, o indivíduo precisará levar um teste PCR ou de antígeno feito, no máximo, três dias antes do embarque.

Como o vírus tem um intervalo amplo de incubação (de 2 a 14 dias), quanto mais recente o teste, maior sua precisão. Sem ele, mesmo quem estiver completamente vacinado, será barrado no embarque.

É importante lembrar que, para o Centro de Prevenção e Controle de Doenças  (CDC, na sigla em inglês), são considerados imunizados os indivíduos que tomaram a segunda dose ou a dose única há mais de 15 dias. Embora os EUA também tenham liberado uma dose de reforço, ela não será obrigatória para quem deseja desembarcar no país.

Vacinas permitidas

A Casa Branca anunciou que serão aceitas todas as vacinas listadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como aprovadas para uso emergencial. Tanto a CoronaVac quanto a Oxford/AstraZeneca, que são amplamente utilizadas no Brasil mas não foram aprovadas pelo FDA (agência reguladora americana), serão permitidas, pois constam na lista do órgão.

E as crianças?

Como a vacinação de menores de 18 anos contra Covid-19 ainda não foi muito disseminada no mundo, a Casa Branca os incluiu como exceção à regra. No entanto, eles também precisarão entregar um teste PCR ou de antígenos.

Crianças ou adolescentes que estiverem sozinhos precisam entregar um teste feito apenas um dia antes do embarque. Bebês menores de 2 anos não precisam ser testados.

Alta taxa de vacinação

Apesar do temor ianque, a parcela de indivíduos vacinados no Brasil é maior que nos EUA: no dia 17 de novembro, a taxa da população brasileira completamente vacinada contra a Covid-19 chegou a 59,06%, contra 58,9% dos americanos. O número de casos de contaminação entre brasileiros também é menor.

Em números totais, no entanto, os EUA ainda vencem: são 195 milhões de habitantes com a vacinação completa contra 128 milhões no Brasil (21/11).

Anti-vax americanos

O Brasil tem uma forte cultura de vacinação, pois é incentivado a imunizar crianças logo nos primeiros dias de vida. Com o Sistema Único de Saúde (SUS), a vacinação gratuita e disponível em postos de todos os portes permitiu que se vacinar se tornasse um hábito.

E com a alta taxa de contaminação durante toda a pandemia, a oportunidade de se imunizar sempre foi vista com bons olhos. Embora haja um movimento anti-vacina, ele ainda é muito pequeno se comparado ao número de indivíduos predispostos à vacinação.

Já nos Estados Unidos, é o inverso. De setembro a novembro, a  vacinação no país avançou pouco menos de 5%. Além disso, está em primeiro lugar entre os países com maior rejeição a vacinas no mundo. O movimento anti-vacina é maior entre os americanos, o que impede um avanço maior da imunização local.

 

Por: Redacao Visite o Brasil
Salvador / BA
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