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Sábado, 11/02/2012 - Hoje é dia de Iemanjá ( Nossa Senhora da Conceição ) Deusa e Rainha do Mar. Contas cristal.
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O Paraná é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado na região Sul do país e tem como limites São Paulo (a norte e nordeste), oceano Atlântico (leste), Santa Catarina (sul), Argentina (sudoeste), Paraguai (oeste) e Mato Grosso do Sul (noroeste).

 
Atividade econômica

Participação no PIB nacional 6% (2000).
PIB per capita R$ 6.882 (2000).
Composição do PIB
Agropecuária 14,1% (1999).
Indústria 39,7% (1999).
Serviços 46,2% (1999).
Atividades econômicas
Agricultura cana-de-açúcar (28.776.960 t), milho (9.498.250 t), soja (9.460.182 t), mandioca (3.410.127 t), trigo (2.476.302 t), feijão (619.623 t), batata (580.486 t), laranja (250.000 t), cevada (120.835 t), centeio (1.575 t) (prelim. maio/2002).
Extrativismo madeira (3.587.266 m3), lenha (3.165.668 m3), noz de pinho (308.489 m3), madeira de pinheiro (262.317 m3), erva-mate (109.575 t), carvão vegetal (72.378 t), pinhão (1.321 t) (2000).
Pecuária aves (142.996.037), bovinos (9.645.866), suínos (4.224.838), ovinos (548.998), eqüinos (479.928), bubalinos (65.064) (2000).
Mineração gás natural (86 milhões m3), petróleo (386.237 m3) (2001), areia e cascalho (14.935.000 m3), pedra britada (10.321.185 m3), calcário (8.196.865 t), carvão (84.724 t), água mineral (191.197.582 l) (2000).
Exportações (US$ 5,3 bilhões): soja e derivados (31%), veículos e peças (21%), outros alimentos (13%), madeira (9%), carne congelada (8%).
Importações (US$ 4,9 bilhões): veículos e peças (17%), petróleo (11%), outras máquinas e motores (7%), fertilizantes (7%), componentes eletrônicos (6%), petroquímicos (5%), grãos (4%) (2001).
Energia elétrica
Geração 78.808 GWh (2001).
Consumo 17.539 GWh (2001).
Telecomunicações
Telefonia fixa 2,6 milhões de linhas (est. 2002).
Celulares 2,1 milhões (est. 2002).

A economia do Estado se baseia na agricultura (cana-de-açúcar, milho, soja, trigo, café, mandioca), na indústria (agroindústria, indústria automobilística, papel e celulose) e no extrativismo vegetal (madeira e erva-mate).

Entre as atividades econômicas desenvolvidas no Paraná, destacam-se a agricultura e a pecuária, além de um setor industrial em franca expansão.

Os principais produtos agrícolas do Paraná são a cana-de-açúcar (26,5 milhões de toneladas), o milho (12,2 milhões de toneladas), a soja (8, 3 milhões de toneladas), a mandioca (4,5 milhões de toneladas), o trigo (2 milhões de toneladas), o algodão (167 mil toneladas) e a laranja (1,4 bilhão de frutos).

O rebanho bovino soma 9,5 milhões de cabeças; o suíno, 4,2 milhões; e o ovino, 570 mil. A avicultura conta 125 milhões de galináceos.

Há importantes jazidas de calcário no Paraná. Outras atividades econômicas relevantes são a extração de gás natural e água mineral e a pequena produção de petróleo.

Os principais setores industriais paranaenses são a agroindústria, o de papel e celulose, o de fertilizantes e, mais recentemente, o automobilístico e o de eletroeletrônicos.

Existem três pontos importantes de turismo no Paraná. O primeiro destino é o Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, tombado pela Unesco como patrimônio natural da humanidade, onde se encontram as famosas cataratas do Iguaçu. Além disso, a região de Vila Velha apresenta atrativos geológicos, e a serra da Graciosa, próxima ao litoral, oferece opções de turismo gastronômico. No litoral, a ilha do Mel atrai banhistas de todo o Brasil e do exterior. A capital, Curitiba, tem se firmado no cenário nacional como importante centro cultural e de lazer.

O Paraná dispõe de cerca de 261,2 mil quilômetros de rodovias. Além disso, o estado é cortado por importantes rodovias federais, como a BR-101 e a BR-116, com intenso tráfego de caminhões. A rede ferroviária no Paraná alcança aproximadamente 2.250 quilômetros.


PIB
O Paraná possui o quinto maior PIB do Brasil, com 108,7 bilhões de reais, representando 6,2% do PIB nacional para o ano de 2004, contra 6,4% em 2003. Entretanto o crescimento do PIB paranaense vem apresentando sinais de desaquecimento nos últimos dois anos. Em 2003 a variação real foi de 5,2% em relação ao ano anterior. No ano seguinte, 2004, houve variação de 3,2%. Em 2005 a variação estimada pelo IPARDES é de apenas 0,3%. Essa desaceleração pode ser atribuída às crises no campo que vêm atingindo o estado nos últimos anos, e que acabam refletindo no comércio, serviços e até indústria. Cerca de 15% do PIB paranaense provém da agricultura. Outros 40% vem da indústria e os restantes 45% vem do setor terciário.

Setor primário

O Paraná é um dos maiores produtores de café do Brasil.
[editar] Agropecuária
Os principais produtos agrícolas do Paraná são o trigo, o milho e a soja, produtos de que já obteve safras recordistas, na competição com outros estados. A cultura da soja é a mais recente das três e expandiu-se tanto no norte como no oeste do estado e, posteriormente, no sul. Também é importante a produção de algodão herbáceo, principalmente no norte. A cafeicultura, que se segue entre as riquezas da terra, se não goza do mesmo esplendor do passado (o Paraná, sozinho, já chegou a produzir 60% do café de todo o mundo), ainda conserva entre os maiores produtores do Brasil. Sua maior densidade cobre a área a oeste de Apucarana. Vêm em seguida as terras da zona de Bandeirantes, Santa Amélia e Jacarezinho.

No que diz respeito à pecuária, o Paraná conta com grande rebanho de bovinos e está sempre entre os principais criadores brasileiros de suínos, especialmente no centro, sul e leste do estado. Nas últimas décadas, os rebanhos tanto de bois como de porcos expandiram-se bastante. Como nos outros estados da região Sul, são diferentes, no Paraná, os modos como se usa a terra de campo ou floresta. Em geral, nas zonas de campo, pratica-se a criação extensiva; nas zonas de floresta, desenvolvem-se as plantações e pastos artificiais para a engorda. São ainda significativas, no Paraná, as produções de ovos, de casulos do bicho-da-seda, mel e cera de abelha. Mas é na avicultura que o estado vem se destacando nos últimos dez anos, graças à implantação de frigoríficos pela iniciativa privada e pelas cooperativas. A avicultura é produzida em praticamente todas as regiões acompanhando as áreas onde se produz milho, que é a matéria-prima para a ração das aves. As aves são exportadas para mais de uma dezena de países.


 Mineração
O subsolo paranaense é muito rico em minerais. Ocorrem reservas consideráveis de areia, argila, calcário, caulim, dolomita, talco e mármore, além de outras menores (baritina, cálcio). A bacia carbonífera do estado é a terceira do país, e a de xisto, a segunda. Quanto aos minerais metálicos, foram medidos depósitos de chumbo, cobre e ferro.


A madeira do pinheiro-do-paraná foi um produto importante do extrativismo vegetal.
[editar] Extrativismo vegetal
Uma riqueza essencialmente paranaense, a dos pinheirais, esteve bastante ameaçada pela indústria madeireira e pela agricultura extensiva. Em 1984, o Instituto de Terras e Cartografia do Paraná informava que as florestas do estado estavam reduzidas a 11,9% do que haviam sido cinqüenta anos antes, quando se implantou no Paraná o primeiro código florestal. Do final da década de 1980 em diante, o governo passou a disciplinar o uso do solo e dos recursos florestais de acordo com uma política de proteção ao meio ambiente e de ininterrupto reflorestamento. Uma outra riqueza vegetal que é extraída dos solos paranaenses é a erva-mate (usada para chimarrão, uma bebida típica da região sul do país).

Setor secundário

ndústria
Na segunda metade do século XX, as atividades industriais tomaram impulso considerável na economia paranaense. Foi em decorrência desse impulso que se deu a crescente urbanização, não só na região em torno de Curitiba, como em pólos do interior, a exemplo de Ponta Grossa, Londrina e Cascavel. Os principais gêneros de indústria são os de produtos alimentícios e de madeira. Curitiba é o maior centro industrial e os principais setores de sua indústria são o alimentar e de mobiliário, de madeira, minerais não-metálicos, produtos químicos e bebidas. Na Região Metropolitana de Curitiba, em São José dos Pinhais, encontram-se ainda unidades industriais (montadoras) da Volkswagen-Audi e da Renault, ambas de grande porte, o que torna a região o segundo pólo automotivo do país. O setor de madeira acha-se disperso no interior, com centros de importância em União da Vitória, Guarapuava e Cascavel.

O centro mais significativo dos produtos alimentícios é Londrina, sendo também muito importante a atividade em Ponta Grossa, considerado um dos maiores parques moageiros de milho e soja da América Latina. A principal unidade industrial do estado é a Companhia Fabricadora de Papel do grupo Klabin, instalada no conjunto da Fazenda Monte Alegre, no município de Telêmaco Borba.

Vista aérea da Usina Hidrelétrica de Itaipu, a maior usina hidrelétrica do mundo.
Energia
O Paraná tem um grande potencial hidrelétrico muito bem aproveitado, especialmente no rio Iguaçu, onde foram construídas várias hidrelétricas, entre elas as de foz do rio Areia, salto Osório e salto Santiago. Próximo a Curitiba está a Usina Hidrelétrica de Capivari Cachoeira, uma das primeiras construídas pela Copel, a companhia estadual de energia elétrica. Mais recentemente foram construídas pequenas centrais hidrelétricas em vários rios de menor porte, como a de Chavantes e Vossoroca. No rio Chopim, no sudoeste do estado, foi construída a Usina Hidrelétrica de Júlio Mesquita Filho. Mas está localizada entre o Brasil e o Paraguai, no rio Paraná, a Usina Hidrelétrica de Itaipu, a maior do mundo, construída em conjunto com o país vizinho, e que fornece energia para vários estados brasileiros. Tem capacidade para produzir 12.600 MW e só em 1991, quando foi concluída, instalou as últimas turbinas. Teve suas comportas fechadas em 12 de outubro de 1982 e a usina hidrelétrica foi inaugurada em 5 de novembro do mesmo ano, durante a presença dos presidentes João Baptista Figueiredo, do Brasil e Alfredo Stroessner, do Paraguai. Devido à utilização de toda a sua capacidade calculada em megawatts, o Paraná é o maior produtor de energia elétrica do Brasil.

Mas o Paraná também é rico em energia gerada pelas usinas de açúcar e álcool, que produzem eletricidade a partir da queima do bagaço da cana-de-açúcar. Não se pode desprezar também a energia automotiva que vem do álcool, pois o Paraná é um grande produtor desse combustível.

Setor terciário

Comércio
O Paraná é um dos estados que mais contribuiu para as exportações brasileiras. Vários órgãos, como o Centro de Exportação do Paraná (CEXPAR) e a Carteira do Comércio Exterior do Banco do Brasil (CACEX) vêm estimulando cada vez mais o comércio externo.

As exportações paranaenses para o mercado externo são feitas pelo porto de Paranaguá, por Foz do Iguaçu, pelo Aeroporto Internacional Afonso Pena e uma pequena parte pela cidade de Barracão no sudoeste do estado.


Vista aérea do Porto de Paranaguá.A área comercial do porto de Paranaguá estende-se por todo o Paraná, pela maior parte de Santa Catarina, pelo extremo norte do Rio Grande do Sul, pela parte meridional de Mato Grosso do Sul e pela República do Paraguai.

Paranaguá tem todas as condições de um grande porto. Possui modernos equipamentos de carga e descarga, pátio para "contêineres", terminais para o sistema de transporte denominado "Roll-on-Roll-off" e cais para inflamáveis. A implantação de um moderno terminal graneleiro veio facilitar o escoamento da safra agrícola. Daí ser o porto de Paranaguá um dos quatro terminais marítimos brasileiros que formam os Corredores de Exportação.


Vista aérea do Porto de Antonina.A atividade portuária de Antonina volta-se para o comércio interno brasileiro, através da navegação de cabotagem. Em seu cais está situado um entreposto de importação de carvão mineral, destinado às indústrias paranaenses.

Os principais produtos exportados pelo Paraná são: soja em grão, farelo de soja, milho, algodão, café, erva-mate, produtos refinados de petróleo, caminhões e outros.

Os principais produtos importados pelo Paraná são: trigo, petróleo e derivados, fertilizantes, veículos, máquinas, carvão mineral, vidros, eletrodomésticos e outros.

O comércio exterior é feito com os seguintes países: Estados Unidos da América, Alemanha, Itália, Países Baixos, Japão, Bélgica, Noruega, Inglaterra, Canadá, Argentina e outros.

O comércio interno se faz com os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Pernambuco e outros.




 
 
 
 
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