Modernamente, Minas Gerais deu sua contribuição
à literatura brasileira através de escritores
famosos, dentre eles:
João Guimarães Rosa - autor de Grande Sertão:
Veredas e Sagarana entre outros.
Fernando Sabino - autor de O Encontro Marcado, O Grande
Mentecapto e diversos livros de contos e crônicas.
Carlos Drummond de Andrade - um de seus poemas mais conhecidos
é "Itabira é só um retrato na
parede, mas como dói.", referindo-se a ele estar
morando há muito no Rio.
Darcy Ribeiro - autor de romances como Maíra, Migo
e de diversas obras voltadas à Educação,
Antropologia e Etnologia.
Rubem Fonseca - autor de Agosto e Bufo & Spalanzani,
entre outros.
Ziraldo - humorista e criador do Menino Maluquinho.
Roberto Drummond - autor de Hilda Furacão e colunista
de esporte no Estado de Minas.
Pedro Nava - autor de Baú de Ossos, Chão de
Ferro, Beira-mar, entre outros.
Mário Palmério - autor de Vila dos Confins
e Chapadão do Bugre.
Maxs Portes - autor de várias coleções
infantis como: Natureza, Itororó, surpresa e outros
Nos anos 90, surgiram diversas bandas de pop rock em Minas,
como Skank, Jota Quest, Pato Fu e Tianastácia. Mais
recentemente merecem destaque a cantora de MPB Ana Carolina,
o violeiro Chico Lobo, e Tambolelê e Maurício
Tizumba, com uma mistura de congado e pop.
Cinema
Os nomes de Humberto Mauro e João Carriço
se destacam na história do cinema mineiro, sendo
pioneiros do cinema nacional. Humberto Mauro inicia suas
primeiras filmagens em 1925, fundando a Phebo Sul América.
Após suas primeiras filmagens em Cataguases, vai
em 1929 trabalhar no Rio de Janeiro. Seu contemporâneo
João Carriço, com o lema "Cinema para
o povo", lançou a Carriço Filmes, em
Juiz de Fora, produzindo cinejornais e documentários
no início do século XX. Fundou em 1927 o Cine
Teatro Popular, com 500 lugares, com exibições
a preços populares[13].