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Sábado, 11/02/2012 - Hoje é dia de Iemanjá ( Nossa Senhora da Conceição ) Deusa e Rainha do Mar. Contas cristal.
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O Espírito Santo é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está localizado na Região Sudeste e tem como limites o oceano Atlântico a leste, a Bahia a norte, Minas Gerais a oeste e noroeste e o estado do Rio de Janeiro a sul.

 
População


População 3.097.232 (2000).
Densidade 67,3 hab./km² (2000).
Crescimento demográfico 2% ao ano (1991-2000).
População urbana 79,5% (2000).
Domicílios 841.096 (2000).
Carência habitacional 113.359 (est. 2000).
Acesso à água 80,8%;
Acesso à rede de esgoto 66,4% (2000).
IDH 0,765 (2000).

A população do Espírito Santo é de 3.464.285 habitantes, segundo a estimativa populacional de 2006, realizada pelo IBGE. Em relação ao ano de 1991, quando a população era de 2.598.231 hab., esses números mostram uma taxa de crescimento anual de 2% ao ano, inferior a do Brasil como um todo (1,6%) para o mesmo período (1991-2000). Ainda segundo o censo demográfico de 2000, o Espírito Santo é o décimo-quarto estado mais populoso do Brasil e concentra 1,82% da população brasileira. Do total da população do Estado em 2000, 1.562.426 habitantes são mulheres e 1.534.806 habitantes são homens. Para 2006, a estimativa é de 3.464.285 habitantes.

Nos últimos anos, o crescimento da população urbana intensificou muito, ultrapassando o total da população rural. Segundo a estimativa de 2000, 2.463.049 habitantes viviam em cidades.

A densidade demográfica era de 55,18 hab./km² em 1991. Essa marca é superior à densidade brasileira — 19,94 hab./km². A distribuição da população estadual é desigual, apresentando maior concentração na região serrana, no interior. Nessa área, a densidade demográfica atinge a média de 50 hab./km² e a ultrapassa no extremo sudoeste. A Baixada Litorânea, faixa que acompanha o litoral, apresenta quase sempre densidades inferiores à média estadual. Apenas nas proximidades de Vitória observa-se uma pequena área com mais de 50 hab./km². A parte norte da baixada litorânea é a menos povoada do estado. Seis municípios (Vila Velha, Cariacica, Cachoeiro do Itapemirim, Colatina e Linhares) concentram mais de 45% da população do Espírito Santo (1975).

Etnias
Cor/Raça Porcentagem
Brancos 48,82%
Negros 6,46%
Pardos 43,72%

Capixabas
Capixaba (ou espírito-santense) é o gentílico referente ao estado do Espírito Santo. O termo deriva das roças de milho localizadas na ilha de Vitória, que pertenciam aos índios que originalmente habitavam a região quando da chegada dos portugueses.

Nativos
Quando os portugueses, em 23 de maio de 1535, capitaneados pelo fidalgo Vasco Fernandes Coutinho, tomaram posse da Capitania do Espírito Santo, depararam-se com indígenas de diversas culturas que dominavam o litoral e o interior e que impuseram à Coroa Portuguesa severa resistência ao processo de colonização. Tanto que apenas na primeira metade do século XVII as lutas tiveram fim, com a definitiva derrota dos índios. A partir daí o processo de aculturação deu-se de forma acelerada, e rapidamente as diversas etnias foram absorvidas e integradas pelas populações de origem portuguesa e africana, bem como, no decorrer das décadas, por imigrantes europeus de outras nacionalidades, como alemães e italianos. Nos dias atuais, um reduzidíssimo número de índios das etnias Tupiniquim e Guarani ainda procura manter viva sua cultura e tradição, ambas fragilizadas pela sociedade como um todo, que se baseia em valores bem diferentes e até opostos aos deles. Sobrevivem em reservas situadas ao norte da capital Vitória, sendo Caieiras Velhas, no município de Aracruz, a mais representativa. Ela abriga descendentes dos primeiros Tupiniquins aqui encontrados, praticando agricultura de subsistência e artesanato. Na década de 80, um acordo firmado entre a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e a prefeitura de Aracruz permitiu a criação, na reserva, de escolas para ensino de nível fundamental e de creches. Na mesma época, por iniciativa da Legião Brasileira de Assistência (LBA), foram introduzidos cursos profissionalizantes, como uma tentativa de reduzir a grande exclusão social a que o processo histórico submeteu os indígenas. Muitos indivíduos, dada a dificuldade de sobrevivência nas reservas, migram para os grandes centros urbanos capixabas para trabalhar em ofícios mal remunerados (posto que a mão-de-obra é desqualificada para as exigências do mercado)ou em ocupações marginais como a prostituição.

Culturalmente falando, foi fundamental a contribuição indígena (a também a africana) no que tange à lingüística, porque enriqueceu sobremaneira a língua portuguesa inicialmente falada em território capixaba. Num processo idêntico ao que ocorreu com todo o Brasil, foi graças aos termos, prefixos e sufixos próprios da língua tupi-guarani (e também as de origem africana) que o português adquiriu sotaques e cadência diferenciados da Pátria-Mãe.

Italianos
Os italianos, vêem-se muito presentes na vida da sociedade capixaba, foram eles quem fundaram muitas das cidades, e há ainda vários grupos de dança típica italiana e festas de inspiração Italiana, assim como muita influência culinária também. municípios como Venda Nova do Imigrante, Santa Teresa, Castelo e Pancas, são exemplos típicos. Aparte da presença massiva de pratos de origem Italiana na mesa capixaba, outros aspectos, como a produção de queijo mozarella ou fábrica de macarrão no estado (Firenze), nos lembram essa forte influência. Outro exemplo são pequenas propriedades agrícolas, que hoje, retornam as raízes Italianas para promover o agroturismo, um mercado potencialmente lucrativo. Os descendentes de italianos correspondem a mais de 60% da população capixaba.

Alemães
Outra grande presença no estado é a dos alemães, que foram dos primeiros a cultivar o solo mais distante da costa. Assim como a comunidade italiana, ainda retém muitos aspectos da vida de antanho, como grupos de dança típicos e festas como a Sommerfest, em Domingos Martins, que também é de inspiração alemã. Outro grupo próximo ao alemão é o pomerano, que originalmente veio de uma região entre a Alemanha e Polônia, e que hoje ainda fala sua língua, em várias pequenas regiões, como em Santa Maria do Jetibá, e chega a ter dificuldade de integração, tanto econômica, como cultural, à vida capixaba.

Afrodescendentes
A presença de negros deve-se como em todo resto da federação ao passado escravocrata do País.

 


 



 
 
 
 
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