A economia se baseia no extrativismo mineral (ferro, bauxita,
manganês, calcário, ouro, estanho) e vegetal
(madeira), na agricultura, na pecuária e nas criações,
e na indústria.
A mineração é atividade mais preponderante
na região sudeste do estado, tendo como Marabá,
a principal cidade que gira em torno dessa atividade. A
atividade agrícola é mais intensa na região
nordeste do estado, onde destaca-se o município de
Castanhal, mas também essa atividade se faz presente,
desde a década de 1960, ao longo da malfadada Rodovia
Transamazônica (BR-230). A pecuária é
mais presente no sudeste do estado. A indústria do
estado concentra-se mais na região metropolitana
de Belém, com os distritos industriais de Icoaraci
e Ananindeua. Pela própria característica
natural da região, destaca-se também um forte
ramo da economia do estado, a indústria madereira
e moveleira, a exemplo do pólo moveleiro instalado
no município de Paragominas.
Nos últimos anos, com a expansão da demanda
pela cultura da soja por todo o território nacional,
e também pela falta de áreas livres a se expandir
na região sul, sudeste e até mesmo no centro-oeste
do país (onde a soja se faz mais presente), a região
sudoeste do Pará tornou-se uma nova área para
a proliferação desta atividade agrícola,
ao longo da rodovia Santarém-Cuiabá (BR-163),
impulsionando a própria economia de Santarém.
Atividades Econômicas:
indústria (têxteis, metalúrgicas, alimentícias),
extrativismo vegetal (castanha-do-pará, caucho, angelim,
cedro, mogno, pau-amarelo, copaíba, cravo, cacau,
baunilha, acapu, seringueira), agricultura (juta indiana,
malva, pimenta-do-reino, algodão, fumo, milho, feijão,
arroz, mandioca), pecuária (búfalos, rebanhos
bovinos, suínos e criações de aves),
exportação de penas de garça e mineração
(ferro, cobre, níquel, manganês, bauxita, estanho,
cromo, urânio, ouro, alumínio, calcário,
caulim, gás natural, petróleo).