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Sábado, 11/02/2012 - Hoje é dia de Iemanjá ( Nossa Senhora da Conceição ) Deusa e Rainha do Mar. Contas cristal.
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O Acre é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado no sudoeste da região Norte e tem como limites o Amazonas a norte, Rondônia a leste, a Bolívia a sudeste e o Peru ao sul e oeste.

 
Hidrografia


Os rios, neste estado, constituem-se no mais importante meio de transporte margeando-os também se originam vários povoados; A maioria das cidades acreanas localizam-se às margens dos rios.

Seguem a direção Sudoeste-Nordeste e pertencem todos à rede hidrográfica do Rio Amazonas. As formas paralelas e as mudanças na direção dos cursos são características comuns dos rios do Acre. Outra peculiaridade é a distribuição da rede, a qual corre sobre rochas sedimentares e não forma cachoeiras.

Os principais cursos d'água na parte central são os Rios Tarauacá e Purus. A noroeste – Gregório, Taraucá, Muru, Envira e Jurupari. A oeste – Rio Juruá e seus afluentes Moa, Juruá-Mirim, Paraná dos Moura e Ouro Preto (margem esquerda) e Valparaíso, Humaitá e Tejo (margem direita).

Compõem a rede hidrográfica estadual a Bacia do Acre-Purus e a Bacia do Juruá.

Bacia do Acre-Purus

O rio Purus nasce no Peru e é considerado o segundo maior representante da drenagem no estado, seu curso é sinuoso e meândrico. Da montante (fronteira com o Peru) para a jusante (próximo a Sena Madureira) o curso do rio se afasta ou se aproxima da borda da planície deixando um lado do meandro abandonado. Estes meandros ocupam uma extensão muito grande e são encontrados em várias idades – quanto mais afastados do leito atual, mais antigos – e fases de preenchimento (colmatação).

A dinâmica fluvial dos rios da região implica em vários fatores como: a fácil mudança no traçado dos meandros, a queda de árvores e vegetação beira-rio sobre o leito fluvial, e ainda o deslizamento das margens.

No Brasil, o rio Purus segue a direção Sudoeste-Nordeste, porém, em determinado ponto, passa para Leste-Norte-Leste, direção geral que segue até receber o rio Acre; após, volta à direção original (Sudoeste-Nordeste) penetrando no Estado do Amazonas. Dependendo das direções que segue, o rio Purus se torna mais retilíneo (Nordeste-Sudoeste e Noroeste-Sudeste).

Quanto aos afluentes, na margem direita estão presentes os maiores como o Acre, o Iaco, o Caeté e o Chandless, estes bastante sinuosos, porém não como o Purus. Já os rios Tarauacá e seus afluentes Envira e Muru padronizam-se com o Purus apresentando-se de sinuosos a meândricos.

Bacia do Juruá

Nasce a 453m de altitude no Peru onde recebe o nome de Paxiúba, une-se ao Salambô e a partir daí forma definitivamente o Juruá. Com 3.280 quilometros de extensão atravessa o Acre (porção noroeste) de Sul a Norte em direção ao Amazonas, onde deságua no rio Solimões.

Caracterizado como rio de planície, é sinuoso em praticamente todo seu percurso. Recebe as águas que são drenadas de Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, Cruzeiro do Sul, Rodrigues Alves e Mâncio Lima. Nos municípios de Cruzeiro do Sul e Marechal Thaumaturgo é navegável, durante 6 a 8 meses (cheias) por grandes embarcações e na vazante por embarcações de pequeno e médio porte. O rio Juruá também se constitui no principal canal de comunicação dos municípios acima citados com os municípios do Amazonas.

Seus principais afluentes são:

Margem direita: Breu, Caipora, São João, Acuriá, Tejo, Grajaú, Natal, Humatiá e Valparaíso.
Margem esquerda: Amônea, Aparição, São Luiz, Paratari, Rios das Minas, Ouro Preto, Juruá-Mirim, Paraná dos Mouras e Moa.



 







 
 
 
 
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