Relevo
Formações rochosas cristalinas e sedimentares
compõem a estrutura geológica local; as rochas
cristalinas predominam no Nordeste oriental, já as
sedimentares são encontradas na parte ocidental,
nas bacias sedimentares costeiras (faixa litorânea).
O relevo local formou-se aos poucos com a evolução
geológica. O tectonismo influenciou nesta evolução
por meio de fraturamentos e falhamentos, a erosão
também agiu para a estruturação do
relevo, contando ainda com os aspectos climáticos
e os diferentes tipos de rochas que emolduraram-se ao longo
dos tempos.
Destas mudanças naturalmente ocorridas há
milhões de anos atrás, surgiram unidades de
relevo caracterizando distintas áreas do estado,
que em sua maioria é baixo com algumas chapadas que
não passam dos 300 metros.
Terras Baixas
Ocorrem a leste, ao norte e a oeste do planalto. Apresentam-se
com largura variável acompanhando o litoral norte
e leste, os vales dos rios Apodi e Piranhas e a Chapada
do Apodi (porção noroeste) correspondendo
as faixas costeiras destas áreas.
Planalto
Encontra-se no extremo norte da Serra da Borborema seguindo
pelo sul do estado do Rio Grande do Norte estando afastado
da faixa litorânea, diferindo assim da Paraíba
e Pernambuco. Apresenta altitudes elevadas na região
centro-sul, com altitudes máximas de 600 metros.
Serras
Estão presentes na porção sudoeste
do território, fronteira com os estados do Rio Grande
do Norte, Paraíba e Ceará. Caracteriza-se
por ser o mais acidentado dos relevos potiguares com altitudes
elevadas, exemplificando essas altitudes estão as
Serras de Luis Gomes, de São Miguel e dos Martins
(ponto culminante com 700m.).