Agropecuária
A agricultura do estado é a que mais cresce em 2002,
apoiada na expansão da fruticultura irrigada e, principalmente,
na cana-de-açúcar (produzida nesse mesmo ano
em um total de 2.011.241 t). Mandioca, milho, coco e melão
são outras culturas de destaque nesse crescimento.
A base da agricultura é a cana-de-açúcar,
cuja safra cresce 22% em 1999 em relação ao
ano anterior.
A produção de caju, melão, melancia,
acerola e manga é quase inteiramente destinada ao
exterior, principalmente para a Europa. A fruticultura,
beneficiada pelo processo de irrigação, não
sofre com a estiagem.
As principais atividades do Rio Grande do Norte concentram-se
nas áreas de Agricultura: castanha-de-caju, coco-da-baía,
arroz, mandioca (esses últimos em processo de expansão),
cultivo de algodão, banana, cana-de-açúcar,
feijão, milho, batata-doce, sisal, fumo, abacaxi
e mamona; Pecuária: bovina, suínos, avicultura;
Pesca/Extração vegetal: Carnaúba e
Mineração: sal marinho, calcário, diatomito,
estanho, caulim, gás natural, petróleo, tungstênio,
feldspato, nióbio.
Das atividades de subsistência, a pecuária
foi a que mais se desenvolveu, com a criação
de gado em grandes fazendas destinadas ao abastecimento
das outras cidades próximas. As fazendas de criação
de gado deram origem aos distritos que hoje formam os 166
municípios do Estado do Rio Grande do Norte.
Ainda na região litorânea, a bovinocultura
e a avicultura representam respectivamente 50% e 60% do
rebanho e da produção de ovos do Estado.
Embora no período colonial o Rio Grande do Norte
tenha sido um importante centro de criação
de gado, hoje tem uma pecuária pouco expressiva,
apresentando o menor rebanho do Nordeste.
Um dos estados nordestinos mais afetados pela seca, o Rio
Grande do Norte inicia em 1999 a construção
de duas novas adutoras abastecidas pelas bacias dos rios
Piranhas e Açu, parte de um projeto que prevê
mais quatro até o final de 2000.
A atividade agropecuária caracteriza-se pelo baixo
grau de mecanização, e ocupa cerca de 70%
da área do estado. A partir dos anos 90, diminui
a área plantada e a produção das principais
lavouras, como a do algodão, atingida por um tipo
de praga.