Laranjeiras teve sua colonização iniciada
no final do século XVI, após a conquista de
Sergipe por Cristóvão de Barros. A presença
dos padres jesuítas na região, em fins do
século XVII, teve grande influência na colonização
e religiosidade. A cidade fixa-se às margens do riacho
São Pedro, local onde foi erguida a primeira igreja
e, também, a residência dos religiosos, conhecida
como Retiro. Em 1734, é concluída a obra da
Igreja de Comandaroba, hoje um dos mais importantes monumentos
arquitetônicos do Estado.
O desenvolvimento econômico acontece com a chegada
da cana-de-açúcar, fazendo com que as margens
do Cotinguiba se desenvolva, atraindo comerciantes de várias
partes do Estado. Na época existiam muitas laranjeiras
no local, dando origem ao nome da cidade que, no século
XVIII, com o ciclo de cana-de-açúcar, chegou
ao apogeu financeiro.
Antes pertencente a Socorro, Laranjeiras é elevada
à categoria de vila, em 1832, devido ao seu grande
desenvolvimento e vida social intensa. Em 1836 é
designada como primeira alfândega de Sergipe, por
sua importância como grande centro comercial e exportador.
Em 1848 passa à categoria de cidade.
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