Os índios tupis guaranis foram os primeiros habitantes
da costa brasileira. Em 1826, o português Baltazar
Pinto Corrêa, havia recebido do governo da Província
de Santa Catarina esta área para povoar. Ele e sua
família fixaram residência na margem esquerda
do rio, atualmente conhecido como Bairro da Barra, que ainda
nos dias de hoje conserva as tradições açorianas.
No final da década de 1920, teve início o
processo de desenvolvimento da cidade. Em 1926 começaram
a surgir as primeiras casas de veraneio no centro da praia.
Todavia, foi a partir de 1960 que a atividade turística
tomou intenso impulso, colocando a cidade como grande centro
de turismo brasileiro. Em 1959, foi elevada à categoria
de distrito e em 1964 foi criado o município de Balneário
Camboriú.
Em uma enseada de águas límpidas,
surge uma pequena ilha na imensidão de um mar azul
e tranqüilo, protegida em véu verde da Mata
Atlântica.
Este era o cenário que os índios
Tupi-Guarani desfrutavam e que aproximadamente até
1930 permaneceu intacto, deslumbrando e encantando também
colonizadores. Os índios foram os primeiros a desfrutar
as belezas da região, como comprovam os fósseis
de até 3000 anos encontrados na praia de Laranjeiras.
A colonização começou a partir de 1826,
com a chegada do açoriano Baltasar Pinto Corrêa.
Anos depois vieram os alemães, atraídos pelo
clima e solo fértil formando assim na região
uma pequena aldeia, o "Arraial do Bom Sucesso".
Em 1849, o lugar passou a ser designado
distrito e paralelamente iniciou-se na localidade do atual
bairro da Barra, a construção da Igreja Nossa
Senhora do Bom Sucesso - um dos atuais pontos turísticos
da cidade.
Já em 1884, o lugarejo foi desmembrado
da vizinha Itajaí, originando o município
de Camboriú. A partir de 1926 famílias teuto-brasileiras,
provenientes principalmente do Vale do Itajaí, descobrem
um verdadeiro paraíso de férias. O turismo
começa a ganhar forma e força, sendo notoriamente
maior do que qualquer outra tendência econômica.
Em 20 de julho de 1964, Balneário
Camboriú torna-se município. Com a emancipação
política definida, a cidade ganha novo impulso econômico
e novas perspectivas sócio-culturais.
O contínuo aperfeiçoamento
de sua infra-estrutura pública passou a ser o maior
objetivo de seus administradores, visando a melhoria da
qualidade de vida de sua gente, e sobretudo, a adequação
da cidade para a recepção de seus visitantes.
Em próximos treze anos após
a emancipação política, Balneário
Camboriú começa a ser invadida por turistas
de países vizinhos, em sua maioria, os argentinos.
A partir de 1980, também os brasileiros, começam
a adotar a cidade como roteiro de suas férias e a
intitulam como a "Maravilha do Atlântico Sul".
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