A colonização de Ipojuca teve inicio em 1560,
após a expulsão dos índios Caetés
e outras tribos do litoral sul de Pernambuco. A partir daí,
os colonos puderam migrar para as terras férteis
e ricas em massapê de Ipojuca; essas terras são
bastante propícias para o cultivo da cana-de-açúcar,
o que causou um rápido surgimento de diversos engenhos
na região.
Dessa forma Ipojuca consolidou-se como uma das mais importantes
regiões do Sistema Colonial. Com dois portos - Suape
e Porto de Galinhas - além da maior várzea
de massapê do Nordeste, Ipojuca fazia parte do triangular
comércio colonial; Galinhas ganhou esse nome porque
era assim que se se referia aos escravos chegados da África,
naquele período.
O distrito de Ipojuca foi criado pela lei municipal de nº
02, de 12 de novembro de 1895. A vila surgiu com sede na
povoação de Nossa Senhora do Ó e depois
foi transferida para a povoação de São
Miguel de Ipojuca.
Com o Decreto estadual de nº 23, de 04 de outubro de
1890, a sede foi restabelecida em Nossa Senhora do Ó.
Há inúmeras controvérsias sobre a data
de fundação de Ipojuca, mas, segundo um vigário
da freguesia seria no ano de 1596.
A origem do seu nome vem do tupi guarani Iapajuque, que
significa Água Escura.
Administrativamente, o município é formado
pelo distrito sede e pelos povoados de Camela, Nossa Senhora
do Ó, Porto de Galinhas, Praia do Touquinho e Suape.
Anualmente, no dia 30 de março Ipojuca comemora a
sua emancipação política.
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